Páginas

9 de set de 2009

TERAPIA DO SOM

POR DANUIA TERAPEUTA DE SOM CREDENCIADA PELO SISTEMA PETER HESS® - ALEMANHA

As taças de som tibetanas têm origem na cultura xamanista Bon Po (pré-budista) dos Himalaias. A sua utilização data da Era do Bronze, tendo sido propagada ao longo dos tempos em regiões tão geograficamente distantes como Indochina e Burma. As características destas taças mantêm-se intactas nos nossos dias, sendo sobretudo produzidas – e deste os tempos mais remotos - no Butão, Nepal, Índia e Tibete.

Ao contrário de outros instrumentos musicais tibetanos, são escassos os registos sobre estas taças de som, que se encontram em abundância tanto em mosteiros como nas casas particulares.

Quando questionados sobre o uso das taças de som, os tibetanos são algo vagos, dizendo muitas das vezes que as taças servem apenas para acolher mantimentos ou para usar em cerimónias de oferenda. Nestas ocasiões religiosas são colocadas em cima de altares, com flores, cevada, arroz, água e manteiga.

Mas a sua utilização é, deveras, mais vasta. As taças são produzidas manualmente com uma liga de diversos metais (chegam a ser 14, nos quais se inclui a platina, o ouro, a prata ou o bronze) e conseguem fazer vibrar cinco tons em simultâneo, mantendo a sonoridade durante vários minutos, o que as torna num instrumentos musical único.

Contudo, não se pode comparar as taças de som a um mero instrumento musical com fabulosas características sonoras. Sabe-se que são usadas há milénios em rituais secretos nas comunidades xamanistas, mas os registos da sua utilidade espiritual são praticamente nulos e/ou especulativos.

Dizem as lendas, que são usadas por Lamas nas suas meditações e para as suas “viagens” a outras dimensões. Há mesmo quem defenda que os sons e ultra-sons emitidos são mágicos e poderosos, razão pela qual têm de ser mantidos em segredo.

Dahnuia@gmail.com

Tmvel - 96 351 69 04

As terapias complementares não substituem os cuidados médicos. Procure o seu médico para exames, diagnósticos e prescrições aplicáveis à sua situação. Entendemos que a medicina deva ser holística e expressar a procura pelo bem-estar físico, emocional, mental e espiritual, prevalecendo a fusão entre a ciência e o espírito.